O que todo mundo se pergunta é:
Já houve sexo no espaço? A NASA e a Rokosmos (Agência Espacial Russa) negam veementemente o fato, pelo menos que tenha sido cometido de maneira regulamentar. Por outro lado, segundo os boatos que correm, alguns astronautas já tiveram intercursos sexuais “extra oficiais” no espaço.
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No entanto, o fato de manter relações sexuais no espaço não é apenas mais um tema de ficção científica, pois se tornará uma necessidade em missões de longa duração já em planejamento, tais como lançamentos de naves tripuladas para Marte e o estabelecimento de colônias na lua. Quando se sabe que uma viagem a Marte durará anos, não se pode pensar em condenar a tripulação ao celibato, nem esteriliza-la antes da partida.
Outra necessidade premente será imposta pelo turismo espacial que já está sendo estruturado para um futuro próximo. Tais turistas, a princípio somente os ultra endinheirados, ficarão hospedados em “hotéis espaciais”. Logicamente, um dos maiores sonhos dessa gente vai ser transar no espaço e para tanto, este problema deverá estar equacionado ainda na próxima década.
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Problemas do sexo no espaço.
Corpos em livre movimento que precisam não só se tocar, mas também ficar colados é um dos grandes problemas enfrentados em ambiente de gravidade zero. Alguns especialistas afirmam que uma ereção é impossível, porque em micro-gravidade a tendência do sangue é se espalhar uniformemente pelo corpo para a cabeça e as extremidades.
Outro problema são os estranhos efeitos que a falta de gravidade produz sobre o membro masculino, se ele conseguir produzir uma ereção. Ao que tudo indica isto é possível e alguns artigos mencionam 4 posições que funcionam no espaço sem assistência mecânica, sendo que a posição clássica “papai e mamãe” não funciona de jeito nenhum.
A escritora americana Vanna Bonta propôs um saco de dormir gigante (2suit) que manteria o casal unido durante o ato. No entanto, a operacionalidade do aparato está sendo questionada por alguns especialistas, pois eles também se preocupam com as implicações futuras, que vão além do sucesso da realização do ato sexual propriamente dito.
O problema dos bebês espaciais.
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A resistência das agências espaciais em admitir o sexo no espaço é que quando fizerem isto, vão ter que lidar com as consequências óbvias do ato: gravidez indesejada, gestação e parto de bebês espaciais. Após 47 anos do início dos vôos espaciais, o que se sabe é que a ausência de gravidade provoca consideráveis perdas ósseas em corpos humanos adultos. O que aconteceria com bebês em plena formação esquelética? Em ambiente de micro-gravidade seria possível a um mamífero completar os estágios da sua formação?
Todas estas questões deverão ser respondidas nos próximos anos, seja para atender à demanda crescente que será provocada pelo turismo espacial, seja para viabilizar futuras missões de longo curso. O futuro da vida no espaço depende da maneira como o assunto tabu de hoje será tratado. Por enquanto, tanto a NASA, quanto Rokosmos respondem secamente que não estão estudando esta possibilidade. Será? Quem é ingênuo que acredite.
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Fontes:
Sex in space could be out of this world.
Sex in Space…….Astronauts test sex in space – but did the earth move?
Foto: Tiny News.
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